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AT HOM3

AT HOM3

Apontamos nosso olhar para diretoras de 3 continentes diferentes.

por Adam Fischler

Nessa terceira parte, trazemos três diretoras com estilos diferentes entre si, mas que compartilham de uma curiosidade no olhar e na formam como expressão suas sensibilidades muito únicas para o público. A francesa Céline Sciamma, a argentina Lucrecia Martel e a neozelandesa Jane Campion já tem carreiras consolidadas e um universo de obras fascinates a serem desbravadas.

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Apontamos nosso olhar para diretoras de 3 continentes diferentes.

por Adam Fischler

Nessa terceira parte, trazemos três diretoras com estilos diferentes entre si, mas que compartilham de uma curiosidade no olhar e na formam como expressão suas sensibilidades muito únicas para o público.
A francesa Céline Sciamma, a argentina Lucrecia Martel e a neozelandesa Jane Campion já tem carreiras consolidadas e um universo de obras fascinates a serem desbravadas.

LANÇAMENTOS

LANÇAMENTOS

Como é ser uma estrangeira na cidade mais conservadora dos Estados Unidos?

Em 2001, a diretora brasileira Fernanda Pessoa, aos 15 anos, vive a experiência de ser uma aluna de intercâmbio por um ano em Mesa, no Arizona, considerada a cidade mais conservadora dos EUA. 15 anos depois – e dois meses antes da eleição de Donald Trump – ela retorna para tentar entender sua experiência lá e as ideias conservadoras em relação a temas como a fronteira mexicana, o estilo de vida country, a religiosidade e o patriotismo.

LANÇAMENTOS

Fragmentos de uma noite numa cidade que desmorona.

Nos fragmentos de uma noite sem fim, Robert e Teresa se encontram, se conhecem e se separam pela força da opressão e pela ameaça da morte e da desaparição que se insinua continuamente. Circundados por Djamba, Gu e Luisa, a noite sugere encontros, êxtase, memórias da catástrofe e promessa irrealidade de felicidade. As sombras dos amor em uma cidade que demorona.

BLOG

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Respeito é a palavra de ordem!

No projeto “Aspas”, desenvolvido pela Destilaria, em parceria com a Olhar, atores do longa-metragem “Nóis por Nóis”, de Aly Muritiba e Jandir Santin, recitam trechos de músicas que retratam a real leitura periférica. São referências renomadas para a galera, que dentre uma seleção de composições, escolheu parafrasear artistas como “Emicida”“MC Carol” “Karol Conka”,  “MV Bill” e “Drik Barbosa”“Racionais Mc’s”, “Sabotage”,  “J.A.C”  “Djonga”.

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Box "Trilogia do Cárcere" de Aly Muritiba.

Box apresenta dois curtas-metragens, “A Fábrica” (2011) e “Pátio” (2013), além do longo-metragem documental “A Gente” (2017). Estes filmes, premiados em importantes festivais, retratam grupos oprimidos pelo sistema penitenciário brasileiro: os presos, os familiares de presos e os agentes penitenciários.

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